Moradores do Turu denunciam danos em obra na Avenida Pranalto e ameaçam paralisação

O representante Paulo Henrique, do Sindicato de Usuários de Transporte Público do Maranhão, denunciou nesta semana a situação da Avenida Pranalto, também conhecida como Avenida Acre, no bairro Turu, em São Luís. 

Segundo ele, a empresa Amorim Coutinho que tem envolvimento com empresa Lua Nova e a construtora MR  (citada pelos moradores como responsável pela intervenção na via) teria causado diversos danos à estrutura da avenida, gerando transtornos à comunidade local.

De acordo com o relato, a área onde estão localizados diversos condomínios residenciais estaria sendo utilizada para descarte irregular de resíduos e esgoto. 

Moradores afirmam que um poço perfurado no local não apresentou resultado satisfatório devido à contaminação por esgoto. Além disso, há denúncias de que dejetos estariam sendo despejados em trecho conhecido anteriormente como Rio Santa Rosa.

A Avenida Pranalto é uma das principais vias da região, com intenso fluxo de veículos e pedestres. 

Conforme o representante, ônibus e carros de passeio já teriam enfrentado dificuldades no trecho afetado, aumentando o risco de acidentes.

Paulo Henrique também destacou que a Prefeitura de São Luís realizou recentemente serviços de pavimentação e sinalização na avenida, deixando a via em boas condições. 

No entanto, após intervenções da empresa citada, parte do asfalto teria sido removida, comprometendo o trabalho realizado pelo poder público.

Diante da situação, os moradores informaram que estão organizando uma manifestação com bloqueio da avenida em até três pontos estratégicos, incluindo cruzamentos com ruas adjacentes, caso não haja manifestação imediata das autoridades competentes. 

O grupo solicita providências do Ministério Público e dos órgãos municipais responsáveis pela fiscalização e infraestrutura.

A comunidade afirma que a paralisação será mantida até que representantes do poder público compareçam ao local e apresentem soluções para os problemas apontados.

Até o fechamento desta matéria, não houve posicionamento oficial da empresa citada.








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